sexta-feira, 29 de maio de 2009

Se há um vaso... Há um oleiro.

Um vaso quebrado, esquecido. Um vaso velho e inútil.
Para que guardar um vaso assim? Para que possuir tal objeto sem uso?
Assim se encontrava uma vida... E a mesma pergunta se repetia: Para que possuí-la?

Havia algo mais a ser feito?
SIM!

O oleiro chegou. Moldou. Restaurou. O vaso como novo se tornou.
Assim também para aquela vida... Que tudo novo se fez!

Uma nova razão para viver e respirar.
Uma nova razão rara não desistir.
Já não são encontrados mais remendos ou rachaduras. Já não há mais feridas, dor... tudo se fez novo.

Os olhos enxergam um novo amanhecer, agora há uma razão para continuar.
As cores viventes como nunca estão a gritar como um lindo arco-íris.
Cada passo tem um novo objetivo um foco... Com um único destino final.

É... Nem sempre o que se vê é o que está lá... Mas ainda há esperança. Há um oleiro.

by Flavitz

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